São relíquias, fragmentos da nossa história e sujeira. O destaque desse ano foi para um Laudo Psicológico do autor desse blog, realizado em 2007. Sim, eu tenho um Laudo Psicológico!
Não, eu não fui a uma psicóloga! Ela que veio até mim, ou melhor até nós. A oportunidade surgiu durante a conclusão do ensino médio, no auge dos meus dezessete anos, onde toda a turma poderia consultar da disciplina optativa para o autoconhecimento e orientação vocacional. De fato, uma proposta bastante interessante para o contexto do ano letivo.
Cinco anos depois, concluído meu curso de graduação, reencontrar esse laudo foi bem legal. Nesse tempo todo morei sozinho, fui pro exterior, aprendi com o coletivo e embarquei em muitas aventuras com os amigos. Todo esse período foi fundamental para a compreensão do si e de mundo e lendo novamente o documento, cheguei a conclusão que a psicóloga, embasada por sua metodologia, me conheceu profundamente antes mesmo de mim.
Dividido em histórico de vida e perfil psicológico, o laudo de duas páginas apresenta gráficos quantitativos e uma descrição detalhada sobre as atividades realizadas. Venho aqui eternizar partes desse documento para que ele seja outra vez uma surpresa quando reencontrar com esse texto na posteridade.

