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domingo, 30 de junho de 2013

Dualidade sonora

Fulano anda muito música hoje.

Se existe uma força transformadora de atmosferas, ela poderia ter sua origem na música. Impressionado fico quando escuto músicas instrumentais e a capacidade que chegam a ser tocantes. Aliás, música é uma palavra ótima para definir pessoas.

Everyday I'm Sufflin'
Já tive a oportunidade de viver de hotel, acompanhado de música. Era ela, a principal transformadora dos meus poucos metros quadrados. Não existe vida mais linear do que em um hotel.

Ah, se eu tivesse o dom de compor minha próprias melodias e que tocassem automaticamente em minha cachola quando quisesse, os dias seriam mais compassados. Trilha sonora preenche espaços vazios, sai da tela e chega até você, não é atoa que é motivo de premiações, leva em cada segundo, uma tonelada de vibrações mecânicas na forma de emoção. Dá cor, tom e sabor.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Um Mito 2.0

Azul, está tudo azul!

Essa é minha nova foto de profile no facebook. É mais animada do que o preto que corre pela capa do meu timeline quando à essa comparada. Toda essa iniciativa tem uma razão, maior que a escolha do azul como a cor, (ou do preto).

O mundo digital funciona como uma extensão das nossas vidas, uma experiência no plano digital. Certamente, existem níveis de submersão neste plano e suas implicações (mais detalhes em Submersão). A possibilidade de um universo de informações e a transmissão quase que instantemente são grandes benefícios desse mundo.

A aproximação de pessoas também é facilitada com o mundo digital. Não importa a distância ou fuso horário, a restrição para uma boa aproximação é dada em Kbs ou pela disponibilidade de Wi-fi. Todos estão nessa extensão do que chamamos de vida real. Uns se apresentam com foto 3x4, outros com fotos de book profissional, muitos com copos e canecas, outros sorrindo e pagando biquinho. Há aqueles que usam perfis falsos e por essa análise, serão tão verdadeiros quanto os demais.

Por uma releitura de Platão e adaptando seu pensamento para a vida2.0, diria que a verdade não está no plano digital. Cada perfil é meticulosamente processado pelo o usuário com a finalidade de alcançar suas metas. Parecer mais atraente, culto ou conseguir um bom emprego são alguns exemplos.

A verdade moraria então no plano das ideias, no mundo do intangível, que nesse caso já tivemos a oportunidade de espiá-lo por se tratar do plano real, aquele que vivemos fora do mundo digital. O que encontramos nesse plano digital são distorções do que é realmente a verdade. Dessa forma, um azul ou preto em uma foto de profile é tão verdadeiro quanto um perfil fake ou uma foto do usuário meticulosamente selecionada para tal função. 

No momento em que deixamos de interagir com as sombras, no momento que deixamos a submersão, encontramos o plano da verdade. A internet assim se firma como a nova caverna de Platão! 

sábado, 10 de novembro de 2012

Planeta Faminto

A animação de hoje é em primeiro momento sócio-educativa!

Em tantos outros momentos, esse vídeo é belo. Com uma produção impecável, o material fomentado pela BASF, uma das maiores empresas química do mundo, levanta a questão da quantidade de alimento consumido por uma pessoa diariamente e o impacto global que isso traz quando consideramos todos os moradores desse planeta.

Cheio de infográficos interativos, o vídeo cumpri muito bem o propósito de proporcionar um momento de reflexão sobre o futuro do planeta e a posição do Brasil nas próximas décadas, destacando-se como referência no setor agrícola pela tecnologia aplicada atrelada à qualidade e produtividade.

                            O que fazer para alimentar esse planeta faminto?


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Janela Aberta

Você já ficou espantado? Perplexo? Sem saber o que fazer diante de uma situação nova?

É assim que se inicia o primeiro capítulo de 'Ser ou não Ser', uma série do Fantástico exibida em sua primeira temporada nos anos de 2005 e 2006. A filósofa Viviane Mosé ainda complementa que foi desse sentimento que surgiu a filosofia. Filosofia, por que filosofia?

Meu primeiro contato com ela foi no ensino médio. Acompanhei a história do mundo também pelas correntes filosóficas e seus nomes, assim como acompanhei nas disciplinas de literatura e artes as suas respectivas escolas literárias e artísticas. Tudo complementava a tradicional disciplina de história. Filosofia era um complemento. 

Um complemento que nem sempre complementava. Tinha muita dificuldade em compreender alguns textos e principalmente de encaixar essa peça no tradicional quebra cabeça da linha do tempo histórica. As datas dos movimentos não batiam, os locais também, e quantos nomes. O raciocínio linear me bloqueava na compreensão de que as coisas ocorrem multidirecional, simultâneas e em vários locais. A comunicação não era a das melhores naquelas épocas, e grupos diferentes discutiam as mesmas coisas em locais ... diferentes. 

Por um tempo me esqueci dela. Flash me ocorriam nas várias referências de 'Lost', mas era só. Reencontrei ela no Cpfl Cultura, que aconselho a todos dar aquela visitadinha por lá. Dentro dos seus ciclos de palestras, algumas tinha um cunho mais filosófico, e estando mais maduro preparado, aquilo tudo fazia sentido. Encontrei uma janela aberta para o pensamento.

Recentemente, vulgo ontem, terminei de assistir a primeira temporada de 'Ser ou não Ser' que me lembrou muito bem uma série britânica chamada 'Guide to Happiness'. Essa trabalha com temas do cotidiano que nos remexe, apresentando o pensamento de determinado filósofo para obter sucesso com tais questões. Em síntese, tão bem feito quanto 'Ser ou não Ser'.

Deixarei para todos os interessados, o link do primeiro episódio de 'Ser ou não Ser' e também um episódio de 'Guide to Happiness' para a vossa contemplação. Viviane Mosé afirma em um de seus episódios que a filosofia não precisa ser útil, que não importa o resultado. O que importa é exercer o pensamento! Vamos lá?



Os episódios de Guide to Happiness estão sem legendas, http://www.youtube.com/watch?v=S24FxdvfOko

domingo, 14 de outubro de 2012

Filosofia Gravitacional

Vamos ver se eu sou bom com coluna motivacional.

Essa tentativa é simplesmente pra ressaltar aquela história de que um não você já tem, e se expandirmos ainda essa teoria para o campo social, podemos afirmar que mal já estão falando de você. Se no ramo amoroso podemos dizer que já estamos na fossa, no universitário já estamos condenados. E para quantos campos a gente pode expandir essa teoria?

Pausa para um momento de intervenção! Antes de terminar o parágrafo acima, no papel de leitor/escritor e utilizando os avançados conceitos da filosofia gravitacional, descrita pelos mais contemporâneos filósofos de bar como aquela linha de pesquisa que estuda os diversos campos e suas implicações na humanidade quanto a presença intrínseca do pior, cabendo cada um sair dessa inércia, concluí que você pode achar que esse texto é algo autobiográfico.

Ação da Força Gravitacional
Não é! Será?. Resolvi apenas reportar aqui, fazer graça do cotidiano e limpar a minha mente. É algo que funciona. Tal filosofia posta em prática ajuda a rir de nós mesmos, de perceber que sempre haverão adversidades e que essas, na maioria das vezes, não estão muito sob o nosso controle. Ajudam a mitigar preocupações desnecessárias e reverter situações mediante à auto-afirmações. 

Os filósofos historiadores de almoço de domingo gostam de apontar a filosofia gravitacional, desenvolvida em 48* versículos recém encontrados na web, traduzido em um português rústico como 'dzinteresses', como uma das principais correntes filosóficas predecessora do bom humor. Especialistas das áreas clínicas apontam como um ótima terapia para os dramas do cotidiano.

 *esse número pode crescer a qualquer momento segundo a equipe de arqueólogos computacionais.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Run!

Não são Olímpicos, mas fazem muito sucesso!

Sabe aqueles jogos que você corre feliz por toda vida e não tem fim? Aqueles em que a finalidade é basicamente você obter uma pontuação excelente e gabar de seus amigos quando eles forem jogar e não chegar ao seus pés. Aqueles que iniciam devagarinho e daí vai ficando rápido e mais rápido até que você desvia de obstáculos ou coleta itens involuntariamente. Estamos falando a mesma língua? 

Jetpack Joyride: Desafio em 2D e referência de jogabilidade
Acontece que os novos jogos dessa linha estão se desenvolvendo e ganhando novas jogabilidades. Por ser uma linha de games sem propósito visto que você não tem chefão, não tem princesas, não tem mundos, eram considerados jogos que enjoava muito fácil. Imagine um game desse para qualquer console? Praticamente não vemos jogos desses tipos, em compensação para tecnologia móvel, como celulares, ipods e tablets, estão repletos. E aí?

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Um Telespectador Múltiplo

Você está demitido!

Na verdade, a frase acima cairia muito bem para essa coluna, que por pouco não caiu no limbo. Há muito tempo não encontrava o que postar nessa coluna, deixando ela um tanto quanto esquecida. Porém, essa semana percebi que já poderia ter escrito sobre o meu reality show favorito: 'O Aprendiz'. A frase, agora, está ainda mais pertinente. 

Eu me recordo de ter assistido todas as edições de 'O Aprendiz', desde seus tempos em que era comandado pelo Roberto Justus, passando pela reformulação de 'O Aprendiz - Sócio', depois pelo 'O Aprendiz - Universitário' e finalmente, nos moldes tradicionais com um novo comandante, João Doria Jr, que terminou no ano passado sua oitava edição.

O Aprendiz é sucesso em vários países, contudo nunca tive a curiosidade de pesquisar e verificar se a dinâmica é a mesma em outras terras, mesmo sendo muito fã do show. Acontece que de 2011 pra cá, encontrei no youtube todas as Edições do 'The Apprentice UK', a versão que acontece anualmente no Reino Unido, comandada pelo Empresário Lord Sugar. Que de docinho não tem nada.

Foram 8 edições através do YouTube em menos de um ano, nesse momento o post se justifica por si só na coluna de Nerdices, algumas infelizmente ficaram incompletas pois nem todos os episódios estavam disponíveis por lá. Inclusive, a oitava edição terminei de assistir a menos de uma semana, e nesse embalo decidir ver qual era a dinâmica do programa nos Estados Unidos.


Não deu outra, cá estou eu assistindo a versão americana do Show, comandada pelo Donald Trump. Acontece que não escolhi o modelo tradicional do programa nos EUA, optei por uma versão mais recente: 'The Celebrity Apprentice', que representa a temporada 12, isso mesmo, um Aprendiz com celebridades. Toda essa dinâmica diferente do show americano me motivou a escrever e relatar minha experiência como telespectador múltiplo do reality show.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

As sete esferas

Hoje, teremos Nerdices. Muito mais que isso, essa será especial, pois também é a estréia da coluna de contribuição para o blog. O post de hoje não passou por minhas mãos. Ele foi escrito por um amigo que atende por Gluglu* (@fernando_gauglu). Ao lê-lo, perceberão que o domínio do assunto é evidente, sendo um texto de qualidade para essa simplória coluna.

"Boa Noite a quem quer que esteja lendo isso! Se você está procurando algum material de alto nível, ou possivelmente alguma coisa com leitura envolvente. Bom, pode esquecer. A última vez que escrevi qualquer tipo de texto de autoria própria foi numa redação de vestibular há mais de 3 anos (vergonhosamente)... mas é a vida, fazer o quê.

Ainda que a minha situação não seja das melhores para o ramo de blogs, ainda sim fui convidado a fazer uma análise do anime Dragon Ball Z, o qual provavelmente muitos de vocês já nó mínimo tenham ouvido falar, e muito provavelmente acrescentará alguma coisa nos nossos vastos conhecimentos nerds (minha seção favorita desse blog! (Hahaahah).

Vamos então começar. Dragon Ball Z é um mangá escrito pelo “herói” Akira Toryiama, a pessoa que conseguiu contagiar o mundo inteiro com a franquia, através de versões redubladas de animes, games eletrônicos, indústria de brinquedos, e daí pra qualquer outra coisa que algum brainstorming dos financiadores da série pudessem imaginar! Não há dúvidas que Dragon Ball Z gerou, gera e ainda continuará gerando lucros indefinidamente.

A história trata-se de uma continuação do “Dragon Ball” clássico, que narra a história da infância de Goku, o protagonista da série, na época uma criança absurdamente forte para seu tamanho e idade, que morava sozinho em uma montanha na casa do seu falecido avô com menos de 14 anos de idade. Bizarro? Ah! Esqueci de mencionar que o garoto tinha um rabo de macaco (isso mesmo! xD) e guardava um tesouro muito procurado no planeta, e por inocência Goku jamais desconfiaria disso. Trata-se de uma esfera do dragão (nome do desenho? Haha), existem 7 espalhadas ao redor do mundo, e a reunião de todas elas fariam com que o dragão Shen Long aparecesse e realizasse qualquer desejo.

Nesse episódio Goku é um aprendiz de artes marciais, e conhece amigos dos mais variados como Bulma (logo no primeiro episódio, que conta sobre as esferas e ensina muitas coisas a Goku), Yamcha (ladrão de deserto, mas boa pessoa, ajuda Goku várias vezes), Kuririn (rival de Goku, treina para ser mais forte que ele nessa fase), Mestre Kame (mestre de artes marciais de Goku e Kuririn, tarado, responsável por ensiná-los dentre várias coisas, o movimento que seria um ícone de toda uma nação nerd: KAA... MEEE... HAA... MEE... HAAAAAA!!!), dentre muitos outros. Dentre os inimigos, Goku enfrenta o exército das forças Red Ribbon e o perverso Piccolo, que tenta dominar o mundo, mas posteriormente surge como um forte aliado de Goku, já na saga Z.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Eles são demais!

Esse post data 13 anos atrás, direto de 1999! Vem de um resgate do fundo da minhas referências de infância e para a seção Nerdices. Só os fortes lembrarão: Digimon!

Lembro do boatos que rolava naquela época em que a TV era nosso principal meio de entretenimento. Todos estavam na onda do Pokémon, que era exibido pela Rede Record, e do nada, a globo estava anunciando um novo desenho animado em sua rede matinal, o Digimon. Devido ao nome parecido, devido se tratar também de criaturas mostrengas que evoluem digivolvem, o público ficou com um pé atrás com a novidade. 

Era um confronto, porém não direto. Os desenhos não entram no ar ao mesmo tempo, logo é mais que evidente que eu, você e todos os leitores dessa coluna, vimos os dois. Não só vimos como decoramos todos os nomes dos 150 Pokémons + os trocentos Digimons! :)

Para lembrar essas aventuras da infância, encontrei um vídeo em boa qualidade da abertura da primeira temporada de Digimon, que merece ser assistido e comentado.


0:03 - 0:14, é uma entrada muito bem sacada, visto que digimon passa no mundo digital;
0:21, é a Angélica quem canta!
0:33, É a única digivolução que não tem nada a ver, coitado do Izzy.

Agora se você já leu o texto, e viu o vídeo, merece ter acesso a o link nerd secreto:
Vejam essa versão muito Central Globo de Produções com a Angélica na abertura, e a introdução ao fundo. Vale muito conferir:

Abertura Digimon + Angélica

sexta-feira, 9 de março de 2012

It's me, Mario!


Surpreendentemente, o post Jib Jig! está entre os 5 mais populares! Isso me fez questionar o gosto dos leitores que acompanham o blog, será que todos adoravam Donkey Kong assim como eu? Ou se sentiram atraídos pelo marcador 'Nerdices'. 


Seguindo a essa linha de sucesso,  trago nessa sexta-feira a análise da trilha sonora de um jogo que todos conhecem: Super Mario World, do antigo SNES. O vídeo a seguir, vale muito os seus 9:38 minutos. Como consta na descrição do próprio, ele foi elaborado para um trabalho da disciplina de Música e Trilha Sonora, do curso de Cinema da UFPE.

Nesse vídeo você verá a jornada do Mario pelos diversos níveis sob um olhar focado na trilha sonora e como ela é modificada devido ao cenário ou caracterização da personagem. É um excelente o trabalho! Confiram vocês mesmos:


PS.: A trilha sonora e as imagens do jogo pertencem à Nintendo.

domingo, 4 de março de 2012

Jib Jig!

Para estrear a coluna de Nerdices, nada mais válido do que: Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest!

A aventura irá começar
Antes que você pense de forma errônea, esse post não é sobre o jogo, mas sim sobre sua trilha sonora. DK 2 é um dos meus jogos preferidos. Passei muito tempo jogando com meus amigos quando era  menor, debatendo onde estão os DK's e as centenas de moedas de bônus, para assim completar o verdadeiro final. Se você não conhece o jogo, é super recomendado. Voltemos à trilha sonora.

Dave Wise, o compositor da trilha sonora do jogo, fez um excelente trabalho com as melodias. Dave is really Wise! Não podia perder a piada. O CD oficial conta com 32 faixas, que durante o jogo são apresentadas pelos diversos mundos do jogo. No link a seguir é possível escutar todas as faixas, e ainda fazer o download gratuito (?) como apresenta a página.




Como eu sei que poucos irão escutar as faixas, uma a uma, ou ler esse post, escolhi uma das faixas preferidas. Jib Jig! 

Jib Jig é apresentada logo nas primeiras fases do jogo, no mundo em que estamos centrados em fases em navio. A fase em que a musica ao lado aparece é chuvosa e temos que escalar todo o mastro do navio para chegarmos ao final do desafio. 

Ainda nessa faixa, em meio aos ventos e chuva, escutamos fortes pancadas no chão, que são referências aos inimigos pernetas que encontramos protegendo o mastro. O barulho característico da caixa de DK chacoalhando está muito presente nessa música. São só 2:12 escute.

Dave Wise, soube fazer não só com Jib Jig, mas com todas as músicas do jogo, o que deveriam de fato ser sua função, ambientar o  jogo. Quem quer realmente completar o jogo, passa várias horas pelas fases buscando em todos os cantos seus segredos. Mesmo depois de muito tempo, escolhendo uma faixa aleatória, você saberá onde estava se fechar os olhos, lembrará do grau de dificuldade e do cenário. Acima de tudo, DK 2 Soundtrack é uma extensão  do jogo, sendo tão bom quanto.