terça-feira, 1 de maio de 2012

Lâmpada Mágica

Dizem as más línguas que a animação de hoje já era muito popular no mundo bruxo e que nós a conhecemos depois de muitas décadas através de uma série de livros/filmes de um jovem bruxo com uma marca de raio na testa. Para os que não tiveram contato com a série, o conto pode soar como uma novidade interessante.

Pra aqueles que conseguiram um raro exemplar de 'Os Contos de Beedle, o Bardo' perdido nesse mundo, ou buscaram auxílio no que os bruxos poderiam chamar de 'penseiras', e nós, trouxamente a nomeamos de internet, sabem que o livro contém 5 clássicos contos infantis bruxos. 

O vídeo a seguir é a narração do 'Conto dos Três Irmãos', um dos cinco contos de Beedle, apresentado no Livro/Filme Harry Potter e as Relíquias da Morte, auxiliando na explicação do título e no desfecho da trama do jovem bruxo. O conto é muito simples, e poderia ser contado em uma roda de amigos com poucas palavras, inclusive por Beedle J.K. Rowling, ou em poucas páginas com ricos detalhes. No cinema, fora do papel, o conto toda formas e cores, e é encenado nas águas, em forma de animação, encaixado de forma bem sutil, desde seu início, com a pena do corvo ao corte final.

 
Visto que a ponte já é mágica, seria a morte o gênio da lâmpada dos contos dos bruxos? Outro típico conto de desejos.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Estado canino

Todos os poucos leitores desse blog devem ter percebido que a coluna que mais gosto de debater é Vida 2.0 mesmo não sendo nenhum especialista ou algo do gênero. Já o resto, é Resto. Porém, 'Relacionamentos' é outro tópico que gosto e de fácil identificação pelos leitores, sendo a nova meta para esse blog: Uma nova coluna. Por enquanto, ensaio como me sairei nesse rascunho, que também fará parte do resto, das Filosofia de Bar.

Já diziam que relacionar é um verbo complicado! Principalmente se envolver pessoas. A capacidade de pensar é o que fazem as pessoas serem tão interessante quanto são, se bem que, ultimamente, muito já vem processado, e o que era para torná-las interessantes, não é muito utilizado. A beleza do homem mora no pensar. É tão bela que chega a nos irritar.O que será que passa naquela cabeça? Aliás, o que se passa na minha cabeça?! É bem por aí! 

Também é evidente que as complicações e as maravilhas que serão apresentadas e discutidas dependem do tipo de relacionamento de que estamos falando. É relação família? É amizade, amorosa ou platônica? Ou é relacionamento hierárquico? Talvez a única certeza é que existam em todas essas formas de relação.

Nessa postagem de estréia, gostaria de comentar sobre um comportamento muito comum: o estado canino. Gosto de me referir ao cachorro para esse estado pois é bastante caricato e vem sempre ao caso: O cão sempre volta! Esse estado é comumente encontrado em começos de relacionamentos ou em relacionamentos que, devido a uma das partes, não será estruturado tão fácil. Logo, teremos o cão e o outro, uma vez que relacionar entende-se por envolver no mínimo você e mais alguém. 

Por hora, focaremos apenas no estado canino, ou seja, o relacionamento pela visão do cachorro. Acontece que ninguém escolhe estar nesse estado, visto que não é muito agradável. Ele pode surgir quando os objetivos dos envolvidos não são compatíveis, e em se tratando de relacionamento, não é nada complicado se deparar com situações assim. Exemplificarei de forma bem sacana pra não ficar somente na teoria:

 "Quem é que não tem aquele conhecido, aquele amigo(a), que constantemente reclama que fulano(a) não quer saber de nada. Não importa quantas vezes seus conselhos foram dados, a carne é fraca, e sempre se contradiz no que havia mil vezes lhe prometido quanto ao futuro daquele relacionamento". Muito bem exemplificado pelo caso, agora estamos falando a mesma língua. Como eu disse foi um exemplo bem sacana. Peguei no ramo mais comum do nosso cotidiano, todavia se enquadram todos os  outros tipos de relações, com suas implicações específicas. 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

As sete esferas

Hoje, teremos Nerdices. Muito mais que isso, essa será especial, pois também é a estréia da coluna de contribuição para o blog. O post de hoje não passou por minhas mãos. Ele foi escrito por um amigo que atende por Gluglu* (@fernando_gauglu). Ao lê-lo, perceberão que o domínio do assunto é evidente, sendo um texto de qualidade para essa simplória coluna.

"Boa Noite a quem quer que esteja lendo isso! Se você está procurando algum material de alto nível, ou possivelmente alguma coisa com leitura envolvente. Bom, pode esquecer. A última vez que escrevi qualquer tipo de texto de autoria própria foi numa redação de vestibular há mais de 3 anos (vergonhosamente)... mas é a vida, fazer o quê.

Ainda que a minha situação não seja das melhores para o ramo de blogs, ainda sim fui convidado a fazer uma análise do anime Dragon Ball Z, o qual provavelmente muitos de vocês já nó mínimo tenham ouvido falar, e muito provavelmente acrescentará alguma coisa nos nossos vastos conhecimentos nerds (minha seção favorita desse blog! (Hahaahah).

Vamos então começar. Dragon Ball Z é um mangá escrito pelo “herói” Akira Toryiama, a pessoa que conseguiu contagiar o mundo inteiro com a franquia, através de versões redubladas de animes, games eletrônicos, indústria de brinquedos, e daí pra qualquer outra coisa que algum brainstorming dos financiadores da série pudessem imaginar! Não há dúvidas que Dragon Ball Z gerou, gera e ainda continuará gerando lucros indefinidamente.

A história trata-se de uma continuação do “Dragon Ball” clássico, que narra a história da infância de Goku, o protagonista da série, na época uma criança absurdamente forte para seu tamanho e idade, que morava sozinho em uma montanha na casa do seu falecido avô com menos de 14 anos de idade. Bizarro? Ah! Esqueci de mencionar que o garoto tinha um rabo de macaco (isso mesmo! xD) e guardava um tesouro muito procurado no planeta, e por inocência Goku jamais desconfiaria disso. Trata-se de uma esfera do dragão (nome do desenho? Haha), existem 7 espalhadas ao redor do mundo, e a reunião de todas elas fariam com que o dragão Shen Long aparecesse e realizasse qualquer desejo.

Nesse episódio Goku é um aprendiz de artes marciais, e conhece amigos dos mais variados como Bulma (logo no primeiro episódio, que conta sobre as esferas e ensina muitas coisas a Goku), Yamcha (ladrão de deserto, mas boa pessoa, ajuda Goku várias vezes), Kuririn (rival de Goku, treina para ser mais forte que ele nessa fase), Mestre Kame (mestre de artes marciais de Goku e Kuririn, tarado, responsável por ensiná-los dentre várias coisas, o movimento que seria um ícone de toda uma nação nerd: KAA... MEEE... HAA... MEE... HAAAAAA!!!), dentre muitos outros. Dentre os inimigos, Goku enfrenta o exército das forças Red Ribbon e o perverso Piccolo, que tenta dominar o mundo, mas posteriormente surge como um forte aliado de Goku, já na saga Z.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Mão única

Chega de estado alfa! Hoje é coluna Vida 2.0.

Com tantas coisas já falada e ainda tem mais? Sempre! Essa coluna sempre existirá enquanto estivermos conectados. Diria 'vivendo', mas não englobaria os não conectados, que ainda estão assistindo o que se passa aqui. Viver conectado às vezes é um problema. Estamos em um mundo onde a legislação não é muito clara, quem dirá a etiqueta comportamental. Isso está a anos-luz de nossas redes sociais.

Aliás, quantas formas de conectabilidade. É no bolso, na mochila, no Video-Game e na Tv. Não é de se esperar que todos tenham um mesmo ideal de conduta correta para desfrutar de tal conectabilidade. E as pessoas não compreendem isso. Digo 'pessoas' pra não apontar. Pra não dizer que sou eu ou você. Não entendemos, assim como não compreendemos o aleatório. 

Menos! O aleatório está muito enigmático do que uma simples questão de comportamento. Ok, talvez não tão simples, mas ainda uma questão de comportamento. Não entrarei na temática dos tópicos postados em Timeline que isso é polêmica internacional quando se trata do Brasil. Aliás, o Timeline é sim uma boa idéia pra próxima pauta aqui na 2.0.

Existem várias atitudes que são bastante desagradáveis na rede. Como hoje em dia rede é sinônimo de vida logo, são desagradáveis na vida também. Poderia listar n razões, mas irei optar por apresentar meu ponto de vista das situações que tenho deparado. Talvez uma a uma, daí rende mais posts, ficando assim melhor explicado e compassado.


De longe, a que eu me deparo com maior frequência é o relacionamento de mão única. É aquela coisa, só vai. Claro que depende da referência, pode ser também de 'só vem', contudo é completamente diferente. O desagradável é ser emissor sem receptor. 
A mensagem é clara, mas a coisa não volta!

Enquadramos n+1 motivos para o não retorno momentâneo, todos compreensíveis porém é a tendência que é o problema! Já dizia os filósofos de bar, que a história se repete. Neste contexto, quando se repete nasce o desagradável. Temos que criar novas técnicas para evitar esse tipo de trânsito. Questionamentos prévios para checar a vitalidade dos contatos é uma boa solução. 'Fulano?'. 

Caso a tendência seja somada com contato sem pulso, podemos afirmar: esse estado de morto-vivo também é um status de insensibilidade. Quer mais? Leia: O descomprometimento Digital

terça-feira, 17 de abril de 2012

O hexaedro

Mentalize um cubo de vidro. Grande e vistoso. Por cada face temos um portinhola redonda e pequena. Do lado de fora, é possível observar um movimentação lenta, uma sensação de estabilidade devido ao confinamento. Lá dentro, tudo é muito maleável porém fronteiras definidas. Seguem o princípio impenetrabilidade, cada um ocupa no seu espaço.

São impenetráveis perante a física, não aos olhos. Trocando de face, podemos ver que os mais transparentes possibilita enxergar o de trás. Vistos de frente por aquele momento, são como se enquadrassem. Impenetrabilidade uma Ova! Mas como eu disse é tudo em uma movimentação lenta. De dentro pra fora, todas as faces veem a mesma cor. Cor de carne!


Essas portinholas algumas vezes abrem e traz uma dinâmica para esse cubo hermético. Dizem que a portinhola de cima quando abre é sinal de que algo vai entrar, o mesmo vale pra debaixo, só que ao contrário. E quando as duas se abrem ao mesmo tempo, tudo o que se sabe é que esperam que o que for sair seja maior do que o que for entrar, daí sobra mais. As portinholas laterais quase não se abrem.

Reza a lenda que quando somente a face inferior é aberta, não é bom sinal. Será muito espaço. E nesse espaço, os que ficaram se confundem. Alguns nem ligam, mas é inevitável, serão empurrados. De fora parece um carnaval. Dentro uma incerteza Um regime transiente.

Essa é a dificuldade do desapego!