quinta-feira, 15 de março de 2012

Eles são demais!

Esse post data 13 anos atrás, direto de 1999! Vem de um resgate do fundo da minhas referências de infância e para a seção Nerdices. Só os fortes lembrarão: Digimon!

Lembro do boatos que rolava naquela época em que a TV era nosso principal meio de entretenimento. Todos estavam na onda do Pokémon, que era exibido pela Rede Record, e do nada, a globo estava anunciando um novo desenho animado em sua rede matinal, o Digimon. Devido ao nome parecido, devido se tratar também de criaturas mostrengas que evoluem digivolvem, o público ficou com um pé atrás com a novidade. 

Era um confronto, porém não direto. Os desenhos não entram no ar ao mesmo tempo, logo é mais que evidente que eu, você e todos os leitores dessa coluna, vimos os dois. Não só vimos como decoramos todos os nomes dos 150 Pokémons + os trocentos Digimons! :)

Para lembrar essas aventuras da infância, encontrei um vídeo em boa qualidade da abertura da primeira temporada de Digimon, que merece ser assistido e comentado.


0:03 - 0:14, é uma entrada muito bem sacada, visto que digimon passa no mundo digital;
0:21, é a Angélica quem canta!
0:33, É a única digivolução que não tem nada a ver, coitado do Izzy.

Agora se você já leu o texto, e viu o vídeo, merece ter acesso a o link nerd secreto:
Vejam essa versão muito Central Globo de Produções com a Angélica na abertura, e a introdução ao fundo. Vale muito conferir:

Abertura Digimon + Angélica

quarta-feira, 14 de março de 2012

A Seleção Virtual

Você está se conectando: loga no facebook, checa suas notificações e verifica quem está on no messenger do facebook, ninguém lhe interessa. Todo esse cenário parece bastante comum, mas o que passa batido é que muitos de seus contatos estão mesmo online mas você nem os verificou. Ficam escondidos sob o 'more online friends'. Vai me dizer que você checa todos mesmo?

Isso mesmo, nosso amigo perfeitinho, verifica todas nossas interações e registros para selecionar os contatos em destaque e posicioná-los em uma repartição separada, que você pode aumentar ou diminuir. No meu caso, é quase meio a meio. Metade é para os contatos onlines, e a outra para as atualizações dos meu amigos, aquela repartição em que fica anunciando o que seus contatos tem feito ultimamente no facebook. Nesse meio a meio, aparecem em minha tela 12 contatos em seus status.

O que destaca é realmente destaque?
Até o momento é uma maravilha moderna né. Vejamos então por outro lado... Antigamente no meu morto MSN, eu organizava meus contatos por categorias, porém deixava todos à mostra. Eu via sempre quem estava online, sob uma ótica segmentada, porém todos estavam lá. Algumas vezes, algumas dessas categorias não eram interessantes para o momento e eu as minimizava, facilitando realmente o publico de interesse. Eu estava no comando da seleção de contatos.

Acontece que agora o facebook faz isso pra mim, e perdeu a graça! Será que eu só converso e interajo demais com elas por que ele as destacam? Será que ele pensa que eu quero falar todo dia com as pessoas que eu mais converso e interajo?  Pois é, não. Não é todo dia que eu quero falar com você, não é todo dia eu quero ver você online, não é todo dia que eu quero que você me veja de destaque. Destaques me confundem.

Tem dias que eu quero queria que o destaque fosse as pessoas que eu não vejo a muito tempo, e que eu passo  bons tempos conversando por compartilhar interesse comum ou por simplesmente gostar delas, mas meus olhos não cruzam com a bolinha verde de seus status. Tem dias que o destaque são as paixões platônicas, que alimentam nossa sede através de mensagens online que não significam nada e muito ao mesmo tempo, ou  ainda as paixões distantes, que mesmo a muitos e muitos Km daqui e dali, ainda mexe com a gente. Será que eu sou destaque pra quem eu gostaria que eu fosse? 

domingo, 11 de março de 2012

Guerra Fria

Até que ponto nossos instintos não seriam classificados como pecados capitais?

Segundo meu amigo Wiki, ele nos apresenta uma definição bastante simples de qual era o intuito de classificar algumas condutas humanas como pecado capital. O objetivo era de controlar, educar e proteger seus seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano. Vocês já devem saber que são sete, e quais são, mas só pra reforçar: A gula, A avareza, A luxúria, Ira, Inveja, Preguiça e Soberba.

Na filosofia de bar, trarei um desses instinto para a mesa: A soberba, também conhecida como orgulho.

A soberba é tão especial que devia ser 6 pecados + ela.

Ser 'metido', 'esnobe', vaidoso em excesso pode ser alguma das caras da soberba, mas e quando o orgulho se esconde? Aquela atitude que deixamos de fazer pois não queremos fazer visto que quem deve fazê-la é o próximo! O outro que lhe deve desculpas, outro que ficou de me convidar, de me avisar, de me ligar, de me isso e de me aquilo. Quantas vezes vivi vivemos de expectativa...

Estaríamos praticando a soberba ao não nos desculparmos, não nos convidarmos? De ao invés de ligar, avisar, isso e aquilo, ficarmos esperando? Acho que sim, mas e aí, o que fala mais alto em na sua cabeça? Penso que quem pratica a arte de forma correta não sofre, logo sou um péssimo orgulhoso.

O Orgulho do péssimo praticante é sina! Ele se perde no tempo em que, se fosse natural, seria sua fonte. Será que vale a pena sofrer com uma condição para mostrar pra si mesmo que você está exercendo seu orgulho? Até que ponto, o terceiro está percebendo sua atitude? Queremos ser orgulhoso para nós e para outrem, só que de forma diferente. E se o outro também estiver exercendo o mesmo que você? Vence o que desistir por último?

O que os dois ganham? Não seria mais proveitoso e benéfico se esse instinto não fosse tão forçado? Talvez seja esse o motivo da classificação como um pecado capital, talvez seja essa o motivo de que catolicismo estava nos querendo proteger. Talvez.

A verdade é que não gostamos de correr atrás. Ainda mais quando nos julgamos certos, mas realmente estamos? Caso esteja vivendo tranquilamente nessa condição, você não é nada desastroso como eu. Para quem sofre na espera da reação do terceiro, vale mesmo a pena? Vamos tentar acabar com isso. Eu sei que pode parecer que você se rendeu, mas o tempo passa e poderíamos viver tantas outras coisas. Chega de Guerra fria, não é nada legal.

sábado, 10 de março de 2012

Vou lhe jogar no meu baú

Qual o é a repercussão sobre 'o que você pensa' nas redes sociais? Já parou pra pensar nisso? 

Atualmente, aponto o facebook como minha principal rede social, sempre que estou conectado a internet, fico logado no site, online, bolinha verde mesmo, e daí continuo a navegar ou realizar algo que havia planejado. Acontece que poucas vezes posto algo que seja além de fotos, ou atualizações do meu perfil no próprio site. São raras as vezes que compartilho algo.

Tenho 598 amigos no facebook, sem contar os assinantes, poucos, porém também recebem o que eu posto. Logo, é uma quantidade razoável de pessoas atingidas pelo o material que irei compartilhar. Número que se estende muito além da quantidade de leitores desse blog. Eu tenho meio que algo que chamo de  motivo para o porquê de não fazer. Tudo está a um simples click, e as pessoas muitas vezes não pensam duas vezes na plataforma virtual. O 'curtir', 'comentar' e 'compartilhar' são muito atrativos.

Tenho medo da contradição e do ridículo. Se forem explícitos claro. O que não ocorre no twitter. Quantos de vocês não tem perfil no twitter por exemplo, muitos, ou a maioria. Pra mim, o twitter é uma terapia, é minha 'penseira'. Sabe quando você pensa algo sozinho, entende um sentido diferente pra uma música que você nunca havia entendido, assiste O vídeo da semana e por aí vai? É lá que eu deposito.

'Vivo e mágico, como as coisas boas que tem lá'
Daí, gosto de tempos em tempos de rever o que eu pensei, de relembrar meus pensamentos, coisas esquecidas, coisas do meu baú. Ás vezes eu me pergunto: e se esse tweet tivesse no meu facebook, seria a mesma coisa? Provavelmente teria alguns 'likes', e alguns 'coments'. Lá, você é principalmente absorvedor de idéias. Tudo que aparece no seu 'feed de notícias' você lê, curti ou compartilha. Coisas que nem eram pra serem lidas, curtidas ou compartilhadas. Tudo vira notícia, tudo polemiza. Lá também tem os polemizadores de plantão, que vocês devem conhecer bem entre seus amigos.

Também de tempos em tempos gosto de testar, fazer algumas experiências, lançar alguma frase simples de propósito, combinada com outros amigos e assistir a repercussão nas redes sociais ou outras coisas do tipo. Ontem, como exemplo, postei 'nunca vi estrela cadente' que faz referência a um hit da internet, meio desconhecido, porém com 763831 visualizações no youtube. Postei por postar, e aí? virou notícia, recebi 9 comentários, entre eles me ensinavam a procurar estrela cadente, pessoas incrédulas por que eu nunca tinha visto uma e pessoas descrevendo suas experiências com estrela cadentes e meteoritos. O que foi super legal, dessa vez.

No twitter, posto e passa batido. As pessoas só observam. Acho que meus seguidores nunca estão lendo o que eu o posto, daí estou em casa. Ao contrário do facebook, lugar em que se eu postar 'Fulano é o novo líder' serei apedrejado! :)

Por isso que eu gosto do twitter, por que ele guarda pra mim minhas idéias, e somente quando é muito pertinente, alguém RT ou Reply. Lá eu também conheço as pessoas pelo o que elas pensam, por que como eu, não acham que terá repercussão, e daí, postam mesmo. Vamos compartilhar o que é nosso, vamos pensar mais.

Ps: Nunca postei no facebook sobre meu blog, ou 'criei um blog', 'leiam meu blog'. Agora, verifique meus tweets, veja como são diferentes.

sexta-feira, 9 de março de 2012

It's me, Mario!


Surpreendentemente, o post Jib Jig! está entre os 5 mais populares! Isso me fez questionar o gosto dos leitores que acompanham o blog, será que todos adoravam Donkey Kong assim como eu? Ou se sentiram atraídos pelo marcador 'Nerdices'. 


Seguindo a essa linha de sucesso,  trago nessa sexta-feira a análise da trilha sonora de um jogo que todos conhecem: Super Mario World, do antigo SNES. O vídeo a seguir, vale muito os seus 9:38 minutos. Como consta na descrição do próprio, ele foi elaborado para um trabalho da disciplina de Música e Trilha Sonora, do curso de Cinema da UFPE.

Nesse vídeo você verá a jornada do Mario pelos diversos níveis sob um olhar focado na trilha sonora e como ela é modificada devido ao cenário ou caracterização da personagem. É um excelente o trabalho! Confiram vocês mesmos:


PS.: A trilha sonora e as imagens do jogo pertencem à Nintendo.